Institucional

Volvo Ocean Race traz ao Brasil os veleiros mais modernos do mundo

13/04/2018

Veleiro (VO65)

Créditos: Martin Keruzore/Volvo Ocean Race

Veleiro (VO65)

Créditos: Konrad Frost/Volvo Ocean Race

Veleiro (VO65)

Créditos: James Blake/Volvo Ocean Race

Em sua única parada na América Latina a regata Volvo Ocean Race exibe em Itajaí (SC) o estado da arte em de veleiros de oceano. Os Volvo Ocean 65 (VO65) são as embarcações a vela mais modernas e velozes do planeta.

Até 22 de abril, o público que visita a “vila da regata” em Itajaí está em contato com as mais modernas e inovadoras tecnologias da vela, com destaque para os veleiros mais avançados do mundo. Construídos por um consórcio que reúne quatro dos melhores estaleiros do planeta, os barcos da Volvo Ocean Race são rigorosamente iguais e buscam promover uma competição mais justa, em que o talento humano possa sobressair.

Desde a última edição da regata Volvo as regras mudaram para que a prova ficasse mais parelha. Hoje não há diferenças no design e construção dos veleiros, que no passado ficavam a cargo de cada equipe. A organização passou a fornecer embarcações rigorosamente iguais para cada time, o que na vela é chamado de “One Design”. Isso torna o desafio ainda mais atrativo para os maiores navegadores do mundo, já que o talento de cada um passou a fazer uma diferença ainda maior. “Se a regata não tivesse mudado para o ‘one-design’ eu nem teria me interessado em participar novamente da Volvo Ocean Race”, atesta o último vencedor da disputa, Ian Walker, comandante campeão no Abu Dhabi Ocean Racing, em 2014-15.

Inovação e alta tecnologia em barcos totalmente iguais

O fato de os barcos serem todos de um mesmo projetista – no caso, Bruce Farr –, e terem sido construídos nos mesmos estaleiros não significa que o nível de desenvolvimento tecnológico da regata tenha diminuído. Pelo contrário: as naves de pouco mais de 20m de comprimento e 5,6m de largura são feitas com técnicas aeroespaciais usando os mais modernos materiais disponíveis no mundo.

Desde o casco, feito inteiramente em fibra de carbono, para ser o mais leve e resistente possível, até as velas, que são moldadas em uma forma especial com fios de Aramida e Dyneema, duas fibras sintéticas que possuem resistência sete e quinze vezes maiores que o aço (com peso relativo muito menor), tudo nos VO65 é feito com o que existe de mais avançado.

Sempre visando o menor peso possível, os enormes mastros de mais de 30m (o equivalente a um prédio de nove andares) e a retranca, a peça perpendicular ao mastro que segura a parte de baixo da vela principal, são feitos em carbono de alto módulo. O estaiamento, que nos barcos tradicionais é de cabos de aço, também é todo em fibra de carbono. Um conjunto que, junto ao casco também levíssimo, permite ao barco todo pesar apenas 12.500kg. Sendo que 3.465kg estão no bulbo da quilha, a “barbatana” de baixo dos veleiros, que navega a 4,7m de profundidade.

Volvo Penta fornece os modernos motores dos veleiros

Até mesmo os motores, que obviamente não podem ser usados como propulsão – mas que são fundamentais na produção de energia para os eletrônicos de bordo, as telecomunicações e o sistema hidráulico que movimenta a quilha lateralmente em até 40 graus – são o que existe de melhor no planeta. Equipados com motores Volvo Penta D2-75, de quatro cilindros e somente 264kg, os barcos têm a disposição um conjunto que produz até 75HP de potência com baixas emissões e baixíssimo nível de ruído.

Contando com ultra-modernos equipamentos de comunicação, os barcos estão conectados com o controle da prova 24h por dia e podem fazer e receber transmissões de vídeo ao vivo e chamadas de aúdio. Os repórteres de bordo, tripulantes que não podem ajudar nas manobras de vela, têm a disposição câmeras HD espalhadas pelo barco, drones e uma ilha de edição de última geração a bordo. E tudo isso depende da energia gerada pelo motor Volvo Penta.

Além disso, a questão da segurança também é primordial. Como no caso do barco espanhol MAPFRE, que teve que suspender para consertar peças do mastro que se romperam e depois retomar a regata no mesmo ponto exato, uma emergência delicada em que atuação do motor de bordo foi fundamental.

 

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